20 de maio de 2022

 

Charge na Folha de São Paulo

Na contramão da opinião pública sensata, dos intelectuais antirracistas e até mesmo de manifestação de jornalistas e colunistas da própria Folha de São Paulo, mais de 800 assinaram “Carta Aberta de Apoio a Antonio Risério e Oposição ao Identitarismo” apoiando o Antropólogo baiano Antonio Risério, autor de matéria metarracista publicado na Folha de São Paulo no sábado (15/01) sob o título “Racismo de negros contra brancos ganha força com identitarismo”.

Tanto o artigo quanto o apoio estão sendo identificados como metarracistas.

Após a enxurrada de críticas ao artigo, autor e jornal, inclusive internas, a própria Folha traz hoje, matéria repercutindo o apoio a Risério, trecho destacado : “A Folha tem prazer em ficar do lado errado da história“, escreveu Matheus Henrique, do Rio Grande do Norte. Em apoio a Risério, foi divulgada uma carta de intelectuais e artistas, com 708 signatários, entre os quais aparecem os nomes dos antropólogos Luiz Mott e Roberto da Matta e da cineasta Ana Maria Magalhães. ”

Outros veículos, também dão destaque às assinaturas de William Waack e Fernando Holiday, ambos conhecidos nacionalmente por suas declarações polêmicas envolvendo racismo, Waack inclusive foi demitido da Globo por comentário racista .

Vou parafrasear conhecido ditado popular, “diga-me com quem assinas e te direi quem és… ” 

Na prática se repete fenômeno já visto antes nesse sentido, quando vários intelectuais e artistas, registraram para sempre seus nomes no lado errado da história, a história dos metarracistas brasileiros, em 2008, assinando o agora histórico manifesto “113 intelectuais e artistas contra as cotas”

Manchete de 2008

Como a memória de muitos parece fraca, ou realmente não conseguem resistir ao próprio caráter e mentalidade racista entranhada e materializada via estratégias metarracistas, repetem o mesmo tipo de ato revelador de suas naturezas.

Quando alguém quiser saber quem declaradamente joga ou jogou pela mentalidade colonial/imperial/racista no Brasil das primeiras décadas do XXI é só conferir as listas…, principalmente a segunda.

E para tornar a participação mais ridícula, é só acrescentar que toda essa movimentação premeditada pelo Antônio Risério é no fundo só para que ele possa ganhar 500 pratas por cabeça dos desavisados e reaças potenciais, vendendo suas teses falaciosas e metarracistas… #tolinhos

das redes socias

É isso, aproveitem e leiam também meu artigo de ontem na Amazônia Real “A falácia do ‘racismo negro’ “. Também republicado no Ópera Mundi do UOL.

 

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