27 de novembro de 2021

Me parece claro que a questão não é visibilidade, representatividade nem a “seriedade” enquanto pesquisador. O problema é sendo quem é, se alinhar em qualquer aspecto com o conservadorismo tacanha, utilizar linguagem chula e escancaradamente homofóbica, “crescer para cima” de alguém com a formação e histórico acadêmico e ativista muitíssimo maior que o dele… .

Quando falo que o neoativismo (assim chamado não necessariamente pela condição de “novatos” ou “jovens” dos praticantes, mas pelo “novo modo” de se embasar, argumentar e agir de forma superficial, agressiva e fascistóide respectivamente), deve ser combatido e repudiado entre nós, não estou exagerando, isso é um mal a ser erradicado.

Neoativistas são todos que erram feio, por falta de conhecimento, “sangue nos zóio” e radicalidade desnecessária, e com isso atrapalham as respectivas causas, pois extrapolam e expõem negativamente todo o próprio movimento, pela suas ações equivocadas. Se fosse jogo de banco imobiliário, um ativista e/ou acadêmico negro que usa o termo “denegrir” e/ou faz grosserias contra os outros recortes sociais minoritários deveria voltar todas as casas, até o começo… 😒

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