1 de dezembro de 2021

Segundo caso de repercussão que comento em uma semana. O primeiro uma óbvia “permissividade” em que alguém sem marcas de fenótipo razoáveis (Ricardo Barros) soube-se foi aprovado em concurso público na cota para negros,  agora esse em que a “negritude” do candidato é no mínimo equivocadamente questionada.

As comissões de heteroidentificação devem ser formadas por pessoas conhecedoras da questão e conceitos envolvidos, deve também ter composição diversa, com homens, mulheres, pessoas pretas, pardas e brancas.

Se é verdade que a comissão foi composta somente por pessoas negras (e geralmente quando dizem isso não estão falando em negros na acepção correta mas em pessoas de cor preta) além da não presença (mesmo virtual) do candidato na avaliação, está absolutamente errado. Principalmente se essas pessoas tem formação duvidosa para lidar com a questão corretamente, coisa comum à  neoativistas, coloristas e  pessoas que não sabem a diferença de negro e preto… .

Isso é grave e não pode ocorrer 😒

Matéria em: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2021/07/11/militar-filho-de-indigena-tenta-provar-que-nao-e-branco-em-cota-de-medicina.htm

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *